segunda-feira, maio 23, 2011

Vazios Humanos!


A terra pede socorro
O amor chora
A criança nasce
O furacão mata
O homem geme
Ao ver  a fumaça
A mulher reza
O cachorro late
A natureza grita
Ninguém acredita
O afeto dorme
Eu engessada
Olhando tudo
Sem nada fazer
Então o que dizer
O vulcão expele
O povo corre
O homem não acorda
A vida morre.

Terê cordeiro
23/05/2011.

5 comentários:

Edna Lima disse...

Que poesia mais linda!
Quanto conteúdo.
Boa noite. Bjs. Edna.

Cida disse...

Querida amiga Terê,

Como já lhe disse mais de uma vez, tenho MUITA dificuldade em deixar comentários aqui no seu blog.
Demora uma eternidade, e, infelizmente, meu tempo é bem curto, e, o tempo que eu posso ficar conectada é menor ainda.
Leio e amo tudo que você escreve, pois todos os dias visito os blogs que eu gosto, das pessoas que me cativaram (e você, com toda certeza é uma dessas).
Mas, como já lhe disse, meu computador é bem antigo e problemático, e, em certos blogs, eu realmente já desisti de comentar, pois não posso contar com esse tempo todo de tentativas frustantes. É verdadeiramente uma pena! :(
De toda forma, mesmo parecendo que eu estou ausente, pode contar sempre com minha amizade, okey? :)
Hoje, fiz questão de fazer vigilia por aqui, pois queria te deixar um comentário te dizendo tudo isso, e também dizer que amei demais esse seu último post.

Obrigada por ser essa pessoa iluminada. Obrigada por todo o carinho que sempre deixa lá no meu mosaicos.

Beijo imenso, e que Deus abençoe a você e ao Samuel.

Sua amiga,

Cid@

Silenciosamente ouvindo... disse...

Amiga mais uma boa poesia.Estou
na Irlanda onde tem chovido muito,
muito vento e algum sol.Da para
descansar um pouco nesta paz, coisa
que eu bem precisava.
Um beijinho e em Junho regresso a
Portugal.

Fernando Santos (Chana) disse...

Bela poesia...Especular....
Cumprimentos

Gersonita Paula disse...

Linda poesia, Terê... verdadeira e dolorida, com toques de esperança como só os verdadeiros poetas sabem escrever. Beijos ternos em teu coração!

Saudades...