quarta-feira, agosto 10, 2011

Um poço sem fundo.

Mundo estranho
Babilónia pega fogo
Ásia morre afogada
 gente pedindo socorro
ninguém pode fazer nada
gente mata gente morre
outros Roubam e ficam felizes
outros agem como meretrizes
mundo estranho em tudo e todos
a crise se espalhando e ninguém se Importando
e o povo se casando, ónibus sendo sequestrado
nós não mostramos cuidado
com toda gente que passa um eterno vai e vem
as guerras matando o povo morrendo
e agente vendo as crianças passando fome
sem nome sem identidade, de todas as idades
são pobres pessoas, sobrevivendo atoa, nem anda nem voa,
como a proa do navio que nem aparece 
perecem  em meio do nada. 
Terê Cordeiro.
10/08/2011.



7 comentários:

Xipan Zéca disse...

Terê....

É vero! O mundinho doido sô!! rss
Um verdadeiro poço sem fundo e os que deveriam melhora-lo, viram as costas e fica cada vez mais fundo ainda.

Deussskiajude
Beijo
Tatto

Malu disse...

Hoje estou passando apenas para lhe fazer um convite.
Estou falando do www.superlinks.blog.br que é um site agregador que vale a pena visitar, pois é mais um espaço no qual você poderá publicar seus links de matérias, pois é um site sério e com critérios bem positivos.
Espero que goste da dica.
Um grande abraço

Amor feito Poesia disse...

"De repente a gente se encontra numa esquina, num outro planeta, no meio duma festa ou duma fossa, a gente se encontra, tenho certeza."

Caio F. Abreu

Beijos poéticos....M@ria

valquiria silveira disse...

Uau querida vc é D +... Amizade é muito bom ter... Melhor ainda, quando ganhamos amigos sinceros... Preservá-los então... Uma conquista...Bj no teu coração um final de semana iluminadooo bjbjbjbj

Mery disse...

Amei ,é verdadeiro. Gosto de poemas assim, que falam da realidade dos nossos dias, sem frases muito rebuscadas,é demais...
Beijos da Mery.
Vou segguir você.

Eliane Galavote disse...

Gostei!!!

Leninha disse...

Muito bom Terê,infelizmente o egocentrismo impera em nossos dias...

.....................................

Bjssss e obrigada pelo alerta,
Leninha